quinta-feira, setembro 25, 2014

... da oysho para o gym neste outono...

... a Oysho é a minha loja preferida para roupa de ginásio. O preço é acessível, é super confortável, tem boa qualidade, - lavo lavo e lavo e está tudo impec - e as colecções são de perder a cabeça. Tanto que nem me atrevo a passar à porta, porque já sei se entrar não resisto em trazer uma peça (normalmente calções). Esta é a colecção deste outono e enquanto fujo das lojas, namoro online...
... para já, estas são as minhas peças de eleição...

quarta-feira, setembro 24, 2014

... crossfit, a ultrapassar limites todos os dias...

... já escrevi várias vezes sobre as dificuldades e limitações físicas que sofrem os meus joelhos e em consequência o resto do meu corpo e em consequência a minha mente e a minha disposição e, a minha Vida também. Mas hoje os meus joelhos ultrapassaram mais um limite...
... há quase dez anos fiz uma cirurgia no joelho esquerdo, há quase seis outra no joelho direito. Há quatro a equipa de ortopedistas que me acompanhou desde a primeira cirurgia, disse-me que o trabalho feito para corrigir o posicionamento das rótulas de ambos os joelhos tinha regredido e que teria de me conformar a viver com a dor para o resto da vida. Aos vinte e nove anos disseram-me que eu tinha de me resumir a umas horas de natação por semana para manter o condicionamento físico e que não podia fazer muito esforço ou impacto. Fiquei em choque. Com este resultado a minha condição física foi-se deteriorando cada vez mais, chegando por vários momentos a ter de recorrer à ajuda de canadiadas para me movimentar. Muitos foram os dias em que não saí da cama. Há um ano e meio atrás, já em fase de desespero e quase sem conseguir andar, recorri à Osteopatia. O Dr. Rui Coelho com toda a sua calma e paciência ajudou-me a recuperar a minha mobilidade, a minha independência e nunca me vou esquecer da cara do meu sobrinho de cinco anos quando corri pela primeira vez rua abaixo atrás dele. A sua ajuda foi imprescendível para eu ter força e continuar - obrigada. Dediquei-me ao pilates, à natação, ao ioga, mas sempre com muitas quebras por falta de entusiasmo e resultados. Conseguia fazer já alguma coisa, muita coisa até, mas faltava algo. Em Junho conheci a Catarina que me levou a uma aula de Fitboxe na Box 2750. Foi difícil, muito difícil a aula, mas fiquei e passei a ter aulas de CrossfitSe hoje de manhã escrevi sobre a importância do desistir, agora escrevo sobre a importância do persistir. O Crossfit tem-me feito acreditar que consigo mais, muito mais do que os vários médicos, fisioterapeutas, instrutores de ginásio, diziam, que eu própria dizia. Há dias de merda em que não consigo fazer tudo a que me proponho, mas insisto e insisto e não desisto. E no dia a seguir lá estou, a ser corrigida milhares e milhares de vezes, porque a postura e a segurança são tudo e o vamos lá Ana, bora lá, tu és capaz, se dói fazer este movimento faz aquele, mas faz e demora o tempo que for preciso, mas vais acabar o wod, bora, tu consegues, fazem com que haja dias como o de hoje em que do nada quebrei a paralela! Consegui fazer a porra do agachamento completo! E são os dias como hoje que me fazem continuar...

... sobre desisitir...

... fui ensinada que não devemos desistir. Pelos meus pais, pela sociedade que vê quem desiste como um fracassado. E tenho feito exactamente o contrário. Há cinco anos desisti de uma relação de quase oito anos e encontrei o Amor da minha Vida. Há três meses desisti de um emprego vazio e encontrei a vontade de estudar. Ao longo dos anos tenho desistido de muitas amizades que se revelaram sem medula e tenho encontrado pessoas de bom fundo, de bom coração, que se têm tornado parte da minha vida de um modo ou outro e sempre que me lembro delas, sorrio. Desisti de lutar contra o meu corpo e aceitei que há coisas que nunca vou poder fazer e aos trinta e quatro anos estou na minha melhor forma e faço coisas antes impensáveis. Desisti e desistirei sempre que me der a volta ao estômago e nunca serei uma fracassada...

terça-feira, setembro 23, 2014

... a peregrinação do rapaz sem cor...

... o novo livro de Haruki Murakami, "A Peregrinação do Rapaz Sem Cor", chega dia trinta de Setembro e a FNAC faz a pré-venda online com 10% de desconto...
... eu ainda vou ter de esperar um pouco mais que isso para saber a história de Tsukuru Tazaki e o seu gosto por comboios...

segunda-feira, setembro 22, 2014

... a semana começa bem com o dirty little brother...

... a partir de hoje já podem adquirir o último albúm dos The Black Mamba, o Dirty Little Brother...
... com muita pena, esta mão não é minha e espero bem dia vinte e um de Outubro estar a ouvir o álbum ao vivo no Tivoli. Ficam aqui as datas dos concertos até ao fim do ano...

domingo, setembro 21, 2014

... nada melhor que uma maratona de the big bang theory...

... mantas e chás para curar uma constipação!!!...
... BAZINGA!...

... uma porra de uma constipação e como cura-la em três tempos...

... é certo e sabido que não me dou bem com o ar condicionado, mas há muito tempo que não me constipava assim. Mais precisamente desde dois mil e oito, onde os quarenta graus febre me fizeram rever a minha saúde e finalmente deixar de fumar. Bendita foste, constipação. Mas desta era desnecessário! Quando ligaram o ar condicionado na quinta-feira, pensei logo: hum, isto vai dar merda! Mas não que disparate. Ando tão saudável que não vai ser este friozito gélido que me vai fazer vacilar. Pois, devia ter pensado com mais afinco, ou pedir para desligar o ar do ártico. Na sexta acordei super cedo e meio zonza, mas atribui às poucas horas de sono. Depois tive duas horas de hipnoterapia e vim para casa ainda mais pató, o que é normal. Ao fim do dia começou a sessão de espirros. Ai, o que é isto??? E sábado de manhã foi a confirmação: sim, estou constipada! Dores de garganta, nariz entupido, cabeça tipo papa. E aqui vamos nós ao tratamento de choque: litros e litros de chá de raiz de gengibre, casca de limão e pau de canela; limonada à temperatura ambiente com gengibre em pó, canela em pó e mel (para aproveitar os limões que ficaram sem casca), própolis em spray para a garganta e soro fisiológico no nariz. Dormir dormir dormir, ver uma comédia romântica, muito zapping e mimos de uma gata que não nos larga! Hoje acordei muuuito melhor. Já não me dói a garganta e já só tenho uma linda voz de nariz entupido. A cabeça continua em papa...
... este foi o filme de ontem, light e propício a este meu estado. Hoje vamos ver o que dá...

... em total negação...

... o outono chegou hoje, oficialmente. Porque de facto já chegou há pelo menos umas duas semanas, com chuva, trovoada, vento e frio. Eu continuo em negação total e não tiro os calções, vestidos, sandálias e à noite lá visto um casaco ou camisola e calço uns ténis ou alpercatas. Afinal, sempre tem havido uns dias de sol e calor, como o de ontem, que me dão alento que este tempo mais que manhoso não veio para ficar. Mas como na quinta-feira passada comecei o curso dos blogues na Palavras Ditas e com a chuva torrencial que estava e, por achar que era um pouco demais ir de calções de ganga - a sério que têm sido a minha segunda pele - pela primeira vez em três meses vesti umas calças. Bah! Que sensação de claustrofobia! Enfim, já vi que vou ter de me habituar de novo a ter kilos de roupa em cima e contentar-me em vestir apenas os calções de treino na Box...
... esta vou ser eu se o tempo continua assim...

... pop the bubble...

... há uns meses quando fiz o Mini MBA Small Business conheci a D. que nos contou que tinha um projecto de uma loja online de acessórios. A minha primeira reacção foi: outra? Já há tantas, mas com o passar das aulas vi que não seria mais uma. A D. é das miúdas mais giras e cheias de pinta que conheço e foi com grande ansiedade que esperei durante estes meses pelo resultado do seu projecto, que cumpriu com mestria a promessa de peças cheias de estilo e irreverentes. A Pop the Bubble está oficialmente aberta, finalmente ;)...
... estas são algumas das peças que fariam a delícia do meu armário...
... pulseira enjoy the little tihngs...
... brincos double spikes...
... brincos dropping pyramids...
... brincos round lace...
... anéis vintage multilayer...
... colar spikey...
... para além de acessórios como colares, pulseiras, anéis e brincos, a Pop the Bubble tem também super cool headphones, blocos, tote bags e muitos outros artigos que vão fazer furor. Para adquirirem as peças vão à loja online, sigam as últimas novidades no facebook e no instagram e não não se esqueçam: Pop the Bubble - because details matter...

sexta-feira, setembro 19, 2014

... de volta à avenida...

... nunca gostei de estudar. Para quem me conhece, isto pode parecer mentira, mas é a mais pura verdade. Nunca gostei de estudar, sempre fui daquelas alunas que se dedicava o minímo apenas para passar. Cedo perdi o interesse e passei a ver a escola como uma terrível obrigação. Os meus anos de ouro foram na primária. Era uma aluna exemplar, sempre sentada na primeira fila, venerava a professora Maria Casimiro e chorava desesperada quando ela faltava às aulas com pavor que algo lhe tivesse acontecido. Foram os melhores quatro anos da minha vida. No primeiro ano, a minha mãe levava-me à escola e sempre que podíamos iamos a pé. Na altura não havia tantos prédios como agora e adorava cortar caminho por entre o pinhal. Lembro-me bem do cheiro dos eucaliptos nas frias manhãs. No segundo ano já ia sozinha, mas de autocarro para não correr o risco de me perder, ou então ia de boleia com a Tia Ruka e a Rosarinho que era a minha melhor amiga e parceira de carteira. Eram as viagens mais divertidas do mundo, sempre a cantar e a inventar jogos. E a cereja no topo do bolo era quando depois da escola ia brincar para casa dela com o Rudy, um boxer gigante que me dava banhos de língua. A escola primária era o meu mundo, onde nenhum adulto podia entrar. Na sala de aula tinha a professora mais querida, apesar de muito rigorosa e disciplinada, que nos oferecia blocos de cheiro e borrachas pelos nossos feitos e no recreio tinha a Joaquina, a auxiliar que tomava conta de nós e nos ajudava a subir às árvores e nos pegava ao colo e tratava das feridas quando caíamos...
... a Professora Maria Casimiro e eu com oito anos...
... chorei muito quando tive de mudar de escola e fiquei em pânico com o seu tamanho gigante e a quantidade de miúdos grandes. E o pior, tinha não sei quantos professores. Já não tinha a minha Maria Casimiro, tinha tantos tantos que nem me lembro ao certo. E eram todos velhos e estranhos e faziam um frete imenso para nos dar aulas e aturar as más criações dos repetentes. A escola passou a ser um suplício. As únicas memórias que tenho são da profesora de português do quinto ano que nos lia a Menina do Mar, da Sophia de Mello Breyner quando nos portávamos bem e a professoa de alemão do décimo ano que nos trazia bolas de berlim com doce de morango no Carnaval. Assim se passaram os anos, as escolas, os professores. Entrei na faculdade, escolhi o curso de Relações públicas e Publicidade, porque não sabia muito bem o que fazer e como ficava fixada na televisão durante os intervalos e forrava as capas dos cadernos com imagens de anúncios da Benetton e da Tag Heure achei uma boa ideia. Not. Entrei na faculdade sem paixão nem curiosidade e logo me aborreci com a quantidade de teoria - sempre imaginei que o curso fosse muito mais prático. A viagem de Cascais para Lisboa era cada vez mais longa, as horas nas aulas cada vez mais entediantes, pensei em desisitir, mas não o fiz. E ali estive quatro anos puramente aborrecida. Quando acabei o curso foi uma festa e nem quis pensar em pós-graduações. Não queria estudar mais. A minha obrigação estava cumprida. Se era um curso de faculdade que a minha mãe queria, ali estava ele. Fui trabalhar fora da minha suposta área e fiz de tudo um pouco até que cheguei aos trinta e quatro anos frustrada e sem foco. E já rebentar pelas costuras de tanta coisa vazia, despedi-me. Estive três meses de "férias" e agora, dez anos depois de acabar a faculdade, voltei à Avenida Duque de Loulé para estudar. É estranho sair da porta da Palavras Ditas e olhar para o outro lado da rua e ver o antigo edíficio da minha faculdade. Não me trás as melhores recordações. Mas desta vez tenho em mim a curiosidade e a vontade que não tinha há dez anos, que não tinha há vinte...

terça-feira, setembro 16, 2014

... ai que nervos...

... quando ontem li n'O Arrumadinho este post, pensei que poderia ser muito interessante fazer o curso. Mas quando fui ao site da Palavras Ditas fiquei UAU! Tantos cursos! E o corpo docente?! Esta escola promete! Mas lá veio o grilo falante dizer Anita tem lá calma, não podes fazer os cursos todos, não há dim-dim, mas pronto liga lá e pergunta quais as condições de pagamento e tal e se fazem uma atenção para quem está sem trabalho, pode ser que sejam simpáticos. E foram. E fizeram um desconto bem bom aqui para a miúda e não resisti e inscrevi-me não em um, mas em três cursos. Ai. Estou aqui num misto de tenho de começar a trabalhar e não podia ter gasto dinheiro e vou estudar vou estudar vou estudar! Os cursos são os seguintes: Como Criar um Blogue de Sucesso (25 horas), leccionado pelo Ricardo Martins Pereira, AKA O Arrumadinho; Comunicação e Conteúdos nas Redes Sociais (12 horas), leccionado pelo Ricardo Tomé, director da Media Capital Digital e Tiro ao Alvo: Comunicar para Quem? (12 horas), leccionado pelo Manuel Falcão, Director-geral da Nova Expressão...
... estes cursos vão de certo ajudar-me a perceber e tirar partido da comunicação online pela qual tenho vindo a desenvolver um certo fascínio...

... que noite...

... saltei da cama às quatro da manhã em pleno alvoroço com um murro na janela. O  murro, foi o vento que a tempestade desta noite trouxe. Guernica assustadíssima, salta da cama comigo. E enquanto o vento não acalmou, a Guernica também não e eu idem. Finalmente, quando ficaram apenas os trovões e a chuva torrencial, lá dormimos embaladas nesta banda sonora de pleno Inverno, de pleno Dezembro, Janeiro, apesar de ainda estarmos em Setembro. Acordámos sem chuva e com a esperança de um dia digno de Setembro e planos de ir a Lisboa de comboio tratar do futuro e aproveitar para namorar a COS e a nova H&M. Mas a chuva persiste em modo não menos torrencial que esta noite. Neste momento queria eu ter umas galochas bem altas e um daqueles chapéus de chuva tipo redoma, para continuar as vestir calções...
... bom dia de chuva e como diz Mi Amor, a chuva lava e o vento semeia. Pois que lave tudo e traga tudo. De bom...

segunda-feira, setembro 15, 2014

... ao regresso...

... hoje encerra oficialmente a silly season, o verão e no próximo Domingo começa já o outono. Está tudo de volta ao trabalho para o começo de mais um ano. E eu já não tenho mais por onde esconder o meu receio de regressar. É tempo de reunir todas as forças que acumulei nestes últimos três meses e agarrar o mundo com as duas mãos, com o corpo todo. Mudei: cresci, estou mais forte, mais confiante, já não me assustam os nãos. O meu único receio é a clausura de mentes pequenas. Preciso de espaço. De espaço para criar, para dar tudo, para ser eu, para ser o meu melhor...
... bom regresso e bom ano...

domingo, setembro 14, 2014

... desde manhã...

... que toca por aqui este menino no spotify...

... dos domingos sozinha...

... com Dona Guernica no conforto do nosso Mundo, que são assim: calmos. Acordamos cedo, ou melhor a Guernica acorda cedo e acorda-me e faz corridas na cama até eu finalmente ceder e levantar-me a correr atrás dela. Sim, porque acorda-me não para comer, mas para correr, brincar, dar mimos, marradinhas, beijinhos e depois sim, come. Quando eu como, quando me sento e tomo o pequeno-almoço. Hoje a chuva deu lugar ao sol e tomei o pequeno-almoço na varanda - na nossa varanda renovada, com Dona Guernica muito mimosa a dormir dentro do pijama, adora, adoro -  e o almoço também e o lanche. Há que aproveitar estes dias, de calma, paz, de calma e paz interior e sorver e assimiliar tudo o que a Vida de bom nos dá e dar graças por estes momentos. São únicos...
... chá verde, papas de aveia com leitte de soja e arroz,  linhaça dourada moída, raspa de limão, sementes de chia, sementes de cânhamo descascadas, pepitas de cacau crú e tangerina...
... frango no forno com ervas de provence e sumo de laranja e arroz basmati com folha de lima kaffir...
... chá de frutos vermelhos, pão alemão com queijo quark e figos...
... nestes Domingos aproveito para pôr a leitura dos blogues em dia, tirar ideias das receitas do Jamie que vou gravando, ver filmes e séries também gravados (isto da box é muito bom, confesso!), cozinhar, planear a semana na agenda, cuidar de mim, deitar cedo... 

... temos um novo canto cá em casa...

... graças à pequena Guernica! Sempre tivémos imenso cuidado com a varanda e nunca deixámos Dona Guernica sozinha. Os gatos dos vizinhos cairam uma série de vezes e como esta tonta não sabe saltar lá muito bem - é mais de trepar. Dever ter sido alpinista noutra vida - o receio de uma queda do primeiro andar era mais que muita. Mas como ela também não se sentia muito à vontade sozinha, sempre que estávamos por casa e pela sala, tinhamos a janela aberta, embora sempre atentos. Isto até há duas semanas, quando olho para atrás e dou com a pequena alpinista no parapeito da varanda. Pânico. Olá Guerniquinha, pequenina, não te mexas e peguei-a ao colo e não foi mais para a varanda sozinha. Entretanto Mi Amor chegou e fizémos uma vedação à prova de alpinistas, pelo menos para já...
... o antes...
... o mestre...
... ficou lindo. Tão lindo que não resisti e tive de lhe dar uma volta maior. Tirei a maioria dos vasos e transplantei as plantas para vasos mais pequenos que estavam à porta de casa à espera de inspiração, comprámos uma mesa e transformámos a varanda que só dava abrigo às nossas suculentas e, em tempos, a uma espreguiçadeira, num verdadeiro terraço - em versão mini mini - que tem feito o nosso deleite e da Guernica que já pode andar à vontade sem estarmos em stress... 
... o depois. Pena que as fotos não fazem jus ao giro que está...
... o nosso primeiro pequeno-almoço, no Domingo passado. Sumo de laranja natural, chá verde, manga, panquecas de centeio e linhaça dourada moída, queijo quark, mel, chia e amêndoas laminadas tostadas...
... ainda pensei em pintar a vedação de branco, era essa a ideia inicial, mas depois de pronta e com um espaço tão pequeno, tive a sensação de que se iria tornar numa parede muito alta e não no aspecto de cerca de jardim que dá. Também ainda pensei em colocar a mesma madeira no chão, mas fica para outra casa, visto que esta será passado muito em breve - ou não, que agora fiquei sem vontade nehuma de me mudar...

... cada vez menos bebé...

... a nossa, cada vez menos pequena, Guernica está cada vez mais esperta. A sua última façanha é abrir a porta dos armários. E claro que o meu é o mais apetecível. Tem mil e uma coisas com que se entreter: botões, fechos, cordões, atacadores. Adora abrir a porta e tirar os ténis para morder os atacadores. Dizemos sempre que não, que não pode, que estraga, que a roupa não é para brincar e tal e coisa e está bem abelha. Ontem quando cheguei, dormia lá tranquilamente, mas tirei-a. Hoje não havia maneira, refilava, refilava, miava, abriu as portas vezes sem conta e quando pensei que finalmente estava deitada na sua cama, estava sim a dormir dentro do armário. Desisti. Dormiu lá quatro horas...
... bolas! Fui apanhada!...
... não me tires daqui...
... vá lá! Eu porto-me bem...
... ai que ela está a deixar...
... deixou...
... ah que se está aqui tão bem...
... ui que sono que este armário me dá...
... hum soneca boa...
.... completamente ferrada...
... depois da sesta no armário, veio refrescar-se para debaixo da minha cadeira, enquanto estava no computador. Sabe muito...
... consideremos que foi assim uma espécie de prenda - hoje faz seis meses. Amanhã voltamos ao não...

sexta-feira, setembro 12, 2014

... já vamos a meio de setembro (quase)...

... Setembro começou num reboliço! Consultas de rotinas e outras nem tanto e o alívio de saber que afinal nos fizeram um diagnótico errado e não temos nada de especial (YEAH!!!), a vinda a casa de Mi Amor e uma semana e picos a matar saudades ♥, a remodelação da nossa varanda para protecção de Dona Guernica (gostei tanto do resultado que fiquei ainda com menos vontade de mudar de casa!), as dores nos joelhos que teimam em ficar e toda a gestão física e emocional que implicam, a ida de Mi Amor mais umas semanas em trabalho. E com isto tudo, Setembro já vai a meio...